
Precisa-se de loucos, urgentemente! O mundo ficará perdido em rol dos certinhos e sem nenhuma insanidade na cabeça. A onda gigantesca terá de oscilar pelo mundo, trazendo de volta os doidos para salvarem o planeta. Precisamos de mentes como Einstein novamente entre a mídia, entre os normais, entre a humanidade. O vírus alocinético terá de se espalhar, e tornar os chatos e aborrecidos com a vida, loucos, mas com fundamentos. Então vamos logo, acionem o estado de emergência, pois esta faltando um pingo a mais de irresponsabilidade, de divertimento, de esquecimento. Vamos ser feliz. Jogue pro alto os problemas e comece a se importar mais com você mesmo. Seja o louco da vez. Se ame, faça o que sempre teve vontade de fazer, aquilo que lhe faltava um pouco apenas de coragem para realizar. Cumpra com as suas metas, e com o lema da vida de ser feliz acima de tudo. Não precisa se igualar a Einstein, ter a sua tremenda inteligência paranoica, apenas absorva as suas insanidades e coloque-as em pratica. Que te chamem de lelé da cuca, que zombem da tua felicidade, porque você só terá ouvidos para os seus gritos e momentos de anormalidade. E acredite ficará feliz se soarem a você que precisas de um psicólogo, quer dizer que esta funcionando, conseguiste ultrapassar as barreiras da sociedade manipuladora, conseguiu eliminar de sua cabeça aquelas coisas que lhe afligiam e que não deixavam-te em paz para a sua busca interior, para o seu reconhecimento próprio, para a sua capacidade de ser feliz e amar a si mesmo. E pode-se afirmar que depois disto és um vencedor, pois não deu ouvidos e nem se importou com o que os outros pensariam de suas atitudes, apenas fez o que vinha na cabeça, sem pensar nos julgamentos que poderiam ocasionar depois. Entraste pro clube. Bem vindo ao mundo dos loucos, aqui a felicidade sempre reinará, e o futuro sempre será incerto e surpreendente. Apenas tome um certo cuidado com as camisas de força, elas são o nosso pior inimigo. E nada do que mais uma dose de insanidade para viver bem. Tome-a você também, é grátis. E assim entre para o mundo dos loucos, ainda temos vagas de monte, mas venha logo, não perca esta chance única de sentir realizado consigo mesmo, de se livrar dos problemas e encontrar nas suas insanidades a paz interior. Seja o próximo da vez, é um tanto que tentador. Afogue-se em suas paranoias e respire o ar da gargalhada sem fim. Apenas loucos, apenas felizes. - Julia Klasener, cacadorade-palavras.

“Pessoas são como o vento, vão e vem, nunca se sabe onde estarão amanhã. Por isso devemos nos desapegar o quão mais rapido puder, pois sofreremos com as despedidas sem fim. Mas não devemos ficar presos no passado, uma perda de tempo em nossas vidas, não acha? Bem, podemos fazer o que bem entendemos, pois a vida é nossa, e ninguém pode nos impedir de fazer tal coisa, pois somos livres como borboletas que voam pra longe sem ter obrigações ou nada do tipo pra nos fazer desistir de nossos sonhos.” — d4samor

Ridiculamente insegura, é exatamente assim que eu me vejo. Nunca consigo confiar em mim mesma por pouco mais de algumas horas, muito menos ver em mim alguma razão para que as pessoas queiram ficar por perto sem que eu precise implorá-las para que fiquem. Mas eu tenho os meus motivos, toda essa insegurança não brotou do nada, ou dormi segura e acordei sem um pingo de segurança no dia seguinte. Eu me acostumei, talvez até demais, a ver todos indo embora, um a um. E a verdade é que eu fico sempre me perguntando quem será o próximo, e acabo resolvendo ir embora antes de simplesmente ser deixada de lado como em todas as outras vezes. Eu não os culpo, afinal não sou lá a melhor companhia para alguém, nem mesmo nos meus melhores dias. Mas algumas pessoas, mais do que simplesmente querê-las por perto, eu preciso tê-las por perto. E sinto medo sim, o tempo inteiro, fantasio abandonos, tenho pesadelos, deixo a minha mente me convencer de coisas absurdas, sinto que vou perdendo o que me resta de sanidade por puro meda de ficar sozinha outra vez. E não optei por ser assim. Eu não queria, simplesmente aconteceu, eu mudei, as pessoas mudam. Aos que se foram só me resta saudade, e aos que da estão por perto, eu só peço que aguentem as minhas paranoias e neuroses, porque desistir de mim, isso eu já faço na maior parte do tempo, não preciso que mais ninguém faça isso. Só preciso de alguém para ficar ao meu lado, de alguém que vá cuidar de mim, preciso de um ombro amigo - preciso de amigos -. Pessoas que me aceitem, que não me abandonem quando eu mais precisar, pessoas que me aceitem com todos essas falhas, paranoias e neuroses. Eu preciso de alguém que me intenda é pedir de mais? Parece que sim, as pessoas devem ter medo de mim - medo do eu me tornei - por que sempre que me conhecem elas me abandonam, simplesmente vão embora sem dizer adeus ou o motivo pelo qual partiram. Será que pedir para ficar é muito? Pois é, já estou acostumada a ver as pessoas me abondarem, já me acostumei a ficar decepcionada comigo mesmo. Decepção; é isso o que eu sinto quando finalmente eu consigo me abrir com alguém e o que essa pessoa faz é ir embora. Fico decepcionada comigo mesma por não ser capaz de cativar alguém pelo que eu sou. Mas nem sempre eu fui assim, já fui do tipo de garota que tem vários amigos, garota que nunca está sozinha que sempre tem alguém ao seu redor. Mas com o tempo fui percebendo que aquelas pessoas que ficavam ao me redor me paparicando não eram os meus amigos de verdade, elas só estavam ali por que queriam algo de mim. Ao perceber isso mudei completamente já cansada de bancar a idiota. Me afastei de todos aqueles que fingiam ser meus amigos.Criei uma muralha ao me redor. Me tornei uma abominação, que vive com medo. Medo de voltar a ser uma idiota. Medo de não ser boa o suficiente. Ana e Vitória (enfraquecidos)

Sou uma poetiza desventurada por escrever em linhas tortas, por reescrever a mesma história e de uso clichê. Sou um verso mal interpretado, um poema rasgado pela fúria do coração. Estou em desuso,falta minha descrição no papel. Me ponho a escrever. Sou uma incógnita, uma vírgula mal colocada na frase e dizem me até ser uma aspa. Apenas me chame do que tem medo,diga me você o que não consegue escrever. Nenhum dos vários poemas já feitos descrevem aqui tamanha façanha de por o coração em forma de palavras. Pois colocar palavras no papel não é nada fácil quando se quando me engulo por dentro. Eu sou você,sua história,um ponto de interrogação. Eu sou o resto de mim, uma sustentação da alma. Não é nada pessoal,apenas aqui me descrevo,pois cansei de descrever sobre amores atormentados pelas vagas lembranças,pelo sofrimento alcançado depois da velha amiga chamada ilusão. Preciso de um tempo para descansar,organizar o coração e abastecer minha alma. Não me confunda com um simples texto,quero mais de você,tudo em palavras o que já foi dor acumulada dentro de si. Não precisa ter vergonha,venha! Puxe uma cadeira e vamos conversar,qualquer coisa. Preciso observar como estás tua alma,não se sinta vazia agora. Eu lembro quando te conheci,foi naquela noite fria de novembro que te vi me escrevendo naquele seu caderno de capa amarela,você estava chorando. Eu te abracei sem perceber,houve um sopro quente no teu coração e adormeceu em meus braços. Jamais esquecerei daquele caderno,eu observei atentamente o seu sono e as palavras vazando de seu corpo e transformando se em uma cicatriz no teu peito. Eu vi o tempo passar e você crescer,tornou se em uma bela mulher,esqueceu o caderno de capa amarela,me esqueceu. Tanto tempo depois o destino nos uniu junto ao teu caderno. Eu te levei embora e você sorriu desta vez,houve silêncio e logo a partida. Agora nós lemos o que havia escrito no caderno, a nostalgia te rodeou até quase te sufocar. Te lembro que agora não mais possui o coração de cicatrizes,apenas a alma. Eu sou o próprio poema,sou você e a morte. Gê (ele-sem-julieta)

Devia existir uma camiseta “I love porra nenhuma” para vender por aí. Ninguém percebeu, mas o sentimento tão sublime, mágico, perfeito e sincero foi banalizado dia após dia. Gostei da sua bunda ou do seu peitoral definido, te amo. O sentimento é eternizado até a semana que vem e a maior prova de amor é atualizar o status do Facebook para “em um relacionamento sério”. Não canso de repetir o clichê eu-nasci-na-época-errada. Acho muito mais sexy abrir o coração do que abrir as pernas. É tudo tão rápido. Um “oi”, um beijo, sexo e puf! Já é amor. O cara copia uma frase da internet e manda uma mensagem de madrugada para conquistar a garota bonita que ele quer ficar. Chama de “gostosa” e esse já é o cúmulo do romantismo. Já vi até mesmo gente amando mais de vinte ao mesmo tempo…Que coração potente, né? A moça bonitona que diz que relacionamento virtual é falso é a mesma casada com um milionário de setenta anos, daquelas que tiram foto com o marido em uma viagem de luxo e coloca na legenda “Eu e meu amorzinho em Paris”! Tem garotas do meu colégio amando eternamente um por fim de semana e tão verdadeiramente quanto nota de três reais. Cansei dessas garotinhas imaturas que passam a tarde escrevendo textos sobre o quanto sofrem pela paixão platônica, sobre a dor que o “amor” causa e todo esse mimimi típico de adolescente que não conhece livros. Tamanha a repulsa que me causa ver que o fulaninho que publicou em uma rede social sobre o amor à Deus, é o mesmo que sai por aí, cometendo pecados e se entregando à uma vidinha de lixo! Qual é a diversão em difamar tanto esse sentimento maravilhoso? Amor se constrói à base de tempo, confiança e sinceridade. Amor é aprender a aceitar cada defeito, superar cada erro e continuar tendo aquela pessoa como o motivo de sua felicidade! Até ursinho de pelúcia sabe dizer “eu te amo”. Seres humanos estúpidos! Abrindo a boca sem pensar para fingir um sentimento quando, na realidade, o que se passa ali dentro é pura podridão. Escolhendo a dedo “eu amo isso, aquilo e aquilo outro” assim, sem mais nem menos. E a cada dia que se passa e eu me vejo imersa em um mundo de amorzinho falso, mais tenho vontade de sair andando por ai com a camiseta estampada com meu descaso pelo tal “amor” que está na moda. Ei, coração não é panfleto para distribuir à qualquer um, na rua.
— I love porra nenhuma, que tal? (pseudo-coração)

A Terceira Guerra Mundial está próxima, preparem-se! Parece loucura mas, do jeito que está nossa sociedade, não há nada mais previsível do que um conflito. Poços de discórdia e melancolia, foi isso que nos tornamos. Toda a alegria de viver se extinguiu, restando apenas pedaços de carne que circulam por aí auto denominando-se “pessoas”. Corpos desprovidos de alma, cabeças ocas, e caixas torácicas vazias…Não há essência, cérebros trabalhando e muito menos corações puros e preparados para amar. Há apenas um grupo, denominado humanidade, focado em sobreviver, seja como for. Ouço as histórias da vovó, da época em que ainda existia sentimento e felicidade, e lamento pela podridão que dominou o mundo. Hoje em dia, a vida não tem razão nenhuma. Já acordamos tomados pelo ódio daquele aparelho que apitou para nos tirar da cama; o “bom dia” no elevador se tornou algo cotidiano pois, na realidade, ninguém se importa com o dia dos outros! Ao pisar na rua, respiramos o ar da poluição e já podemos ouvir pessoas discutindo, xingando e reclamando sobre isso e aquilo. Passamos horas e mais horas ao lado de pessoas que não sabem nada além de nossos nomes, mas se acham no direito de nos criticar. Somos obrigados a aturar chefes, professores e outros “superiores” que nos tratam como lixo, sem abrir a boca para argumentar qualquer coisa, pois vivemos baseados em uma concepção de que o subordinado tem o dever de obedecer, mas não tem o direito de dar sua opinião. Caminhamos na rua trombando em gente mau humorada que sempre nos olha torto com aquela cara de ameaça de morte. Ouvimos conversas daqui e dali, sobre a suposta gravidez precoce da filha da vizinha, sobre o colega de trabalho que foi traído ou sobre a roupa que a moça que do outro lado da rua está usando. Estão sempre observando uns aos outros, analisando cada detalhe e reparando em cada erro, apontando cada defeito e afiando a língua para falar mal! São 24 horas de futilidade e egocentrismo. É incrível a falta de limite da hipocrisia humana! Dizem que todos são iguais e merecem o mesmo respeito, mas ignoram aquele mendigo doente que fica sentado na calçada pedindo esmola. Lamentam tanto o preconceito, mas seguram firme a bolsa quando o garoto negro entra no ônibus. Proclamam o amor ao próximo, mas arrumam confusão por um simples pisão nos pés. Exigem respeito mas não respeitam. Dizem uma coisa e fazem outra! Está certo isso? Creio que não. E a cada dia a situação piora mais e mais. Chegamos ao ponto em que ligamos a televisão para assistir ao jornal e só ouvimos notícias sobre roubo e violência, drogas e abuso, preconceito e corrupção. Não vemos nenhum sorriso sincero, beijo amoroso ou abraço de ternura…Tudo o que vemos é sexo! Amor? Este está prestes a se extinguir! Pois, hoje em dia, não existe mais romantismo, conquista e as borboletas no estômago que a paixão nos causa. Jovens simplesmente se agarram com qualquer um que veem em sua frente! E enquanto não pararmos de julgar e criticar à todos, de fofocar, discutir, humilhar desrespeitar o próximo, a tendência é piorar! Enquanto os sorrisos forem falsos, abraços caloteiros e amores durarem cinco dias, tudo o que podemos fazer é lamentar. Enquanto o dinheiro e a aparência tiverem muito mais valor que o caráter, a humanidade continuará sendo um lixo! Sabe aquele clichê de “a-sociedade-está-em-decadência”? Pois bem, meu caros, é a mais pura verdade! Mas, infelizmente, não há mais nada que possa ser feito para solucionar essa questão. Então se apressem, corram, armem-se! Mantenha a sanidade e os sentimentos, tome algumas doses de amor e injete respeito. Prepare o estoque de amor e caráter e proteja o seu coração! Pois, quando a guerra começar e entrarmos em pleno cataclismo, será tarde demais.
T H I S AMEI AMEI MESMO DISSE TUDO O QUE T-O-D-O-S PRECISAM SABER MESMO PALMAS Á PESSOA QUE ESCREVEU ESSE TEXTO- A podridão humana chegou ao seu limite (pseudo-coracao)